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Regata Internacional Recife Fernando de Noronha
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Regata Internacional Recife - Fernando de Noronha, organizada
pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, reuniu competidores
de todo país e de várias partes do mundo
e nessa edição teve a participação
de 118 embarcações.
Os barcos partiram do marco zero, no dia 24 de setembro
com destino a ilha de Fernando de Noronha, realizando
um percurso de 545 km entre céu e mar.
Ao longo de 18 anos de existência, a Regata Internacional
Recife - Fernando de Noronha se caracterizou pelo constante
crescimento do número de participantes e parceiros.
O Marco Zero ganhou um colorido especial apartir das
11h, quando os bravos velejadores largaram para a disputa
da Regata Internacional Recife - Fernando de Noronha
(Refeno). Neste ano, a novidade ficou por conta da retorno
do apresentador e comentarista tecnico de Ricardo Dubeux,
experiente velejador , que aproveitou o momento para
explicar para o enorme publico presente, tudo sobre
o esporte nautico e transformou a largada em uma verdadeira
festa.
Um público fiel e animado compareceu ao Marco
Zero da Cidade do Recife, para prestigiar evento mais
importante do calendário náutico de Pernambuco
- a XVIII Regata Internacional Recife- Fernando e Noronha.
Muitos vieram se despedir dos velejadores, torcer pelo
seu barco preferido ou ,simplesmente desfrutar do belo
espetáculo, que contou com a presença
de autoridades, patrocinadores, turistas ,etc...A primeira
partida foi dada às 11:30h, das classes de Aço
e RGS . Nela participaram 15 barcos, seguidos pelas
categorias: Aberta- 18 barcos ; RGS e Bico de Proa –
22 barcos, IMS- 18 barcos e finalmente , categoria Multicasco
com 10 barcos. Nessa última categoria, estão
os dois favoritos: Adrenalina Pura e Ave Rara, que mais
uma vez se encontram nessa competição,
garantindo uma disputa bem acirrada entre Bahia e Pernambuco,
respectivamente. Para finalizar o evento foi promovida
uma Regata de Jangadas, no entorno da ilha do Recife
Antigo, garantindo um belo visual nas águas do
Rio Capibaribe e valorizando um personagem importante
para a cultura e a economia popular, conforme João
Paulo Lins e Melo, Comodoro do Cabanga e idealizador
do evento.
Além da importância esportiva, turística,
econômica e social da Regata Internacional Recife/Fernando
de Noronha, ela também se tornou solidária.
É que neste ano, a Cabanga Iate Clube firmou
uma parceria com o GAC – Grupo de Ajuda à
Criança Carente com Câncer. O objetivo
é divulgar a instituição junto
aos organizadores, competidores, amantes de esportes
náuticos, sobretudo de barcos à vela,
e o público em geral atraído pela XVIII
REFENO.
Adrenalina Pura vence pela quinta vez a Refeno
O catamarã baiano Adrenalina Pura confirmou o
seu favoritismo ao chegar em primeiro lugar na XVIII
Regata Internacional Recife/Fernando de Noronha, às
8h18 (horário de Recife), registrando um tempo
total de 19h58min14, tornando-se o fita azul pela quinta
vez (2000, 2001, 2002, 2005 e 2006).
"Nunca foi tão tranquilo fazer a travessia,
apesar dos ventos fracos, que não passaram dos
17 nós. Nunca vi Noronha desse jeito", avaliou
o comandante da embarcação Georg Ehrensperger.
Vale destacar que o Adrenalina é dono do recorde
da competição, com o tempo de 15h30min59,
alcançado em 2001.
A embarcação, como era esperado por conta
da previsão dos ventos, não bateu o recorde
estabelecido em 2001 (15 horas, 30 minutos e 59 segundos),
fazendo um tempo acima até do que o do último
ano, tendo passado pela linha de chegada, no Mirante
do Boldró, lado norte da ilha, às 8h18
(horário do Recife). O tempo total da travessia
ficou em 19 horas, 58 minutos e 14 segundos.
Segundo o comandante do Adrenalina Pura, Georg Ehrensperger,
a travessia de 300 milhas (540 quilômetros) transcorreu
sem problemas. “Nunca foi tão tranqüilo.
Ainda conseguimos chegar antes do previsto, já
que havíamos estimado um tempo entre 20 e 25
horas”, contou ele que, além das cinco
fitas azuis com o Adrenalina, levou o título
também em 1999, com o veleiro Bahia. ôO
lado positivo foi que, apesar do vento fraco, não
tivemos a resistência do mar. Estava muito calmo,
nunca vi Noronha assim, completou.
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Sabendo
que não teria condições de estabelecer
um novo recorde, o comandante ‘liberou geral’
e permitiu que nove tripulantes acompanhassem a travessia
bordo do Adrenalina. Entre eles, três marinheiros
de primeira viagem, como o empresário João
Paulo Reinhard, que chegou a ser campeão pan-americano
de Snipe em 1971, em Cali, na Colômbia, mas
havia parado de velejar há 35 anos. “É
sempre bom voltar a ativa. Ainda mais em Noronha,
que é um lugar espetacular”, disse.
Essa pode ter sido a última grande regata do
Adrenalina neste ano. O barco baiano, que em 2006
já havia participado da Regata Cape Town (África
do Sul) - Salvador, que eles venceram e estabeleceram
novo recorde (10 dias e 8 horas), e da Aratu - Marogipe,
só deve voltar a ativa em competições
desse tipo em 2007. “Até lá devemos
apenas cruzeirar e correr regatas locais”, revelou
Georg. “No próximo ano temos a idéia
de subir para o Caribe e participar de algumas competição
lá, mas nada certo.”
Também fazendo parte da tripulação
do Adrenalina Pura, barco que levou a fita azul da
18ª Regata Internacional Recife - Fernando de
Noronha (Refeno), uma presença ilustre. Cláudio
Biekaerk, 55 anos, que foi treinador, durante dez
anos (de 1995 a 2005), do premiado velejador Robert
Scheidt, octacampeão mundial da Classe Laser
e três vezes medalhista olímpico (prata
em Sidney 2000 e ouro em Atlanta 2006 e Atenas 2004).
A parceria, no entanto, acabou dando um tempo no fim
do ano passado, quando Scheidt trocou definitivamente
de classe, saindo da Laser e partindo para a Star.
“Além disso, eu também estava
meio sem tempo de conversar com ele, por conta dos
negócios”, contou Cláudio, que
participou de três Olimpíadas pela classe
Snipe (Munique, Montreal e Moscou-1980).
Conhecendo bem Scheidt, Cláudio acredita ser
normal a dificuldade que o velejador vem encontrando
com a mudança de classe. “Ele ainda tem
muito o que aprender, e isso não é fácil.
É uma categoria muito difícil e bastante
diferente da que ele competia”, afirmou ele
que também não acredita que o seu ex-pupilo
vá voltar atrás na decisão, possibilidade
levantada após Scheidt ser superado pelo seu
maior rival, Torben Grael, bicampeão olímpico
na categoria. “Não faz parte do perfil
dele e, além disso, considerando que esse é
o primeiro ano dele, os resultados obtidos nos campeonatos
foram excelentes.”
O trabalho desenvolvido por Cláudio, enquanto
esteve treinando Scheidt, segundo ele próprio,
“era muito mais psicológico”. “Quem
sou eu para dizer que ensinei alguma coisa sobre vela
para o Robert”, brincou. “Meu trabalho
sempre foi conversar bastante, discutir detalhes e
observar os adversários, já que, na
água, não era possível para ele
prestar atenção nesse tipo de coisa.”
Nas horas vagas, o administrador Cláudio, que
mora em São Paulo, continua velejando. Ele,
inclusive, corre atrás de uma vaga no Pan-americano
2007, no Rio de Janeiro, pela classe Lightning, junto
com seu proeiro Gunnar Ficker e Marcelo Batista.
Pernambucano Ave Rara em segundo e o Gaucho Congere
em Terceiro
Depois de muita expectativa, o catamarã pernambucano
Ave Rara, segundo lugar geral da Regata Internacional
Recife/Fernando de Noronha, aportou na Ilha, às
19h41, do domingo, com um tempo total de 31h21. Segundo
a sua tripulação, o barco fez uma tempo
maior do que esperado por cauda do vento fraco. "
Teve trechos em que sofremos para colocar o barco
em velocidade", destacou o comandante da embarcação,
Gustavo Peixoto ( Guga). O terceiro barco a chegar
foi o imponente Congere, às 21h25, também
do domingo. Uma perfeita união entre luxo e
velocidade. Difícil encontrar uma definição
melhor para o veleiro gaúcho Congere, que conquistou
o terceiro lugar geral na Regata Internacional Recife
- Fernando de Noronha (Refeno) com o tempo de 33 horas
e 25 minutos.
A história do Congere é bastante curiosa.
O barco foi construído em 1987 nos Estados
Unidos e era, inicialmente, um veleiro utilizado somente
para correr regatas. Disputando uma corrida entre
Buenos Aires e o Rio da Janeiro, porém, a embarcação
acabou encalhando num banco de areia, numa praia no
litoral do Rio Grande do Sul.
Abandonado, o barco ficou no local, tendo sido, inclusive,
saqueado pelos locais. A embarcação,
contudo, estava protegida por um seguro. De posse
da empresa seguradora, o Congere foi a leilão,
sendo comprado por um grupo de dez amigos. Entre eles,
estava Sérgio Neumann. “Foi mais ou menos
uma idéia de varanda de clube”, brinca
ele. Era o início da transformação
do barco de velocidade em um luxuoso veleiro.
Os dez donos, no entanto, não se entendiam.
Vendo isso, Neumann resolveu comprar a parte de todos,
o que ele conseguiu finalizar em 2000. Primeiro passo
dado, a próxima parte era reformar a embarcação
para deixar do jeito que hoje está: com cabines
bastante espaçosas e todo conforto.
O trabalho começou há quatros anos e
meio e só foi terminado nesse ano, tendo sido
a Refeno a primeira regata do Congere. “O resultado
não poderia ser melhor. A travessia foi bastante
agradável e o barco superou as expectativas”,
avaliou Sérgio, que gostou tanto da viagem
que prometeu voltar em 2007. “Se pudesse fazer
minha inscrição hoje para a regata do
ano que vem, ela já estaria feita”, disse.
DISPUTA HISTÓRICA
Já passava da 1h da manhã de 25 de Setembro
(madrugada de domingo para segunda-feira), no horário
local da Ilha de Fernando de Noronha (uma hora à
frente do Recife). Posicionada no mirante do Boldró,
estava a Comissão de Regata (CR), que identifica
os participantes da Regata Internacional Recife -
Fernando do Noronha (Refeno) que vão chegando
ao destino final. Mas ninguem imaginava o que estava
por vir. Até aquele momento, apenas três,
dos quase 100 barcos que largaram, haviam completado
a prova. As comunicações de rádio,
no entanto, mostravam que a calmaria iria chegar ao
fim logo.
Do local onde está a comissão era possível
ver a bóia que aponta a linha de chegada. Uma
luz intermitente brilha sem parar identificando o
objeto. Contudo, no meio da escuridão que nesse
horário toma conta do Oceano Atlântico,
três luzes começavam a se destacar. Era
a confirmação de que, definitivamente,
a calmaria iria acabar.
As três luzes correspondiam aos barcos Pick
Nick, Ângela Star e Maximus. O primeiro é
um catamarã e os outros veleiros de porte médio,
que competem na classe IMS. Mais próximo ao
continente, o Pick Nick ficou para trás e a
disputa continuou mesmo entre os cariocas Ângela
e Maximus.
A proximidade das luzes das duas embarcações
indicava a briga acirradíssima que viria a
seguir. Quem cruzasse a bóia de chegada primeiro,
ficaria com o título da categoria IMS. Os barcos
estavam tão parelhos que causaram até
dúvidas na comissão de regatas que chegou
a perguntar a um deles “quem estava na frente”.
Naquele momento, a liderança era do Ângela.
“Até umas 15 milhas, eles (do Ângela)
estavam muito na nossa frente, mas nós encostamos
quando chegamos perto da entrada da sapata”,
contou José Waldir Lima, o Filé, comandante
do Maximus.
A “sapata”, citada por Filé, é
uma pequena ilha que fica logo antes do Boldró.
É quando os barcos chegam lá que, do
mirante, a Comissão começa a se preparar
para registrar os tempos de chegada, pois dentro de
no máximo 20 minutos elas estarão cruzando
a linha de chegada. Na entrada da sapata, segundo
o relato dos velejadores, houve uma primeira inconstância
de ventos. “Foi aí que nós chegamos
neles”, narrou Fred Abreu, um dos 11 tripulantes
da embarcação. “Quando houve uma
segunda, foi que nós passamos”, completa.
A segunda rondada de vento só ocorreu a 200
metros da bóia. “Eles estavam com meio
barco na nossa frente, mas como houve uma pequena
mudança na intensidade e direção
dos ventos, nós acabamos levando vantagem por
sermos mais leves”, disse Filé. Com uma
virada espetacular, a embarcação acabou
vencendo a disputa por apenas 20 segundos, chegando
à 00h31min20s (horário do Recife). Vibração
lá em baixo e lá em cima, no mirante
do Boldró, de onde a comissão de regata
e alguns jornalistas poderam acompanhar um momento
único da regata.
Refeno promove entrega de prêmios
Velejadores participam das solenidade de premiação
especial no Porto Marlim
A organização da XVIII Refeno, visando
agilizar a solenidade de premiação oficial,
decidiu desmembrar e dar um maior destaque à
premiação especial, promovendo um animado
happy hour no Porto Marlim (26/09). O evento coordenado
pelo Comodoro João Paulo, contou com a presença
de representantes da Administração do
Arquipélago, do Comandante da Capitania dos
Portos, Jorge Lara, do IBAMA e de diversas Comodorias
e Federações de Vela do país,
além do Presidente da Comissão de Regata,
Edvaldo Almeida, do Vice-Comodoro, Jaime Monteiro
e de Representante do Rally Costa Leste. Na ocasião,
foram premiados o veleiro OM, prêmio tartaruga
marinha, a velejadora do Adrenalina Pura Lilian Bierkark,
a primeira mulher a cruzar a bóia do Boldró
; Os pequenos velejadores também tiveram seu
momentos de glória, receberam o prêmio
de mais jovens tripulantes- Raffael do Valle, de 2
anos(Cavalo-Marinho), Marina Hutzler e Anna Engler,
de quatro anos, tripulantes dos barcos Aventureiro
e Amigo, respectivamente. Já o velejador mais
idoso, veio a bordo do Pick Nick e exibia orgulhoso
o seu troféu - Francisco Mattos ,de oitenta
anos é verdadeiramente um exemplo de força
e determinação. O veleiro com maior
média de idade foi o Mila ,do comandante Marius
Aggenbach, que aos sessenta e cinco empreendeu sozinho
a ousada travessia. À seguir foram entregues
os trofeús aos primeiros barcos por Estado,
do Ceará saiu vitorioso o Toa a Toa, do Rio
Grande do Norte venceu o Jazz II, da Paraíba
levou o Lady Eduina, de Alagoas saiu vitorioso o Talisman,
de Sergipe o Kaka Maumau e de Pernambuco, o trimarã
Ave Rara. Já nas Classes de Barcos de Série,
foram agraciados o Toa a Toa - Trinidade 37: Contrapino
II, Delta 36: V-Max, Fast 395, Audaz, Fast 345 e o
Pick Nick, na Série Dolphin 460. O troféu
da premiação foi uma obra de arte do
artista pernambucano Zé Som que reproduziu
cenários de rara beleza da Esmeralda do Atlântico.
Após a solenidade foram exibidos vídeos
de edições anteriores da REFENO e apresentação
de um grupo de MPB, animando ainda mais essa grande
confraternização, que já é
uma marca registrada da Regata.
Festa agita Porto da Ilha- Campeões recebem
prêmios
As festividades da XVIII Regata Internacional Recife
- Fernando de Noronha (Refeno) terminou, na quarta
( 27/09), com a grande festa de premiação,
realizada no Porto de Noronha, que reuniu várias
autoridades, patrocinadores, velejadores e moradores
da Ilha.
A Regata nessa XVIII edição, reforçou
seu compromisso com o meio ambiente e incentivou a
coleta seletiva do lixo nas embarcações,
distribuindo sacolas para que o lixo fosse separado
durante a competição. Na ilha, coletores
foram disponibilizados na chegada da Refeno e os velejadores
demonstraram o seu respeito à natureza, realizando
a coleta seletiva.
O evento reforça a divulgação
e valorização do arquipélago
de Fernando de Noronha, contribuindo com o desenvolvimento
do turismo local.
Confira os primeiros de cada classe com o tempo corrigido:
IMS- Maximus- 24h33min10
RGSA- V Max3- 40h05min50
RGSB- Macanudo- 39h31min39
RGSC- Contra Pino- 39h35min00
RGSD- C&L- 40h41min23
RGSE- Marajus- 39h43min35
Aberta A- LupieIII- 37h58min36
Aberta B- Aya- 44h35min47
Multi A- Adrenalina Pura- 19h58min14
Multi B- Pick Nick- 37h15min58
Multi C- Ave Rara- 31h21min00
Bico de Proa- Marmay- 40h28min08
Apos todos os compromissos oficiais da XVIII REFENO,
fui , a convite da Luck Viagens, fazer um breve passeio
pelos encantos da ilha.
Ir a Fernando de Noronha certamente é a garantia
de uma viagem inesquecível. Não bastassem
as belezas naturais e o patrimônio histórico,
Noronha ainda possui uma boa estrutura de apoio ao
turista, com muitas atividades a disposição
dos visitantes.
Ilhatur
Neste passeio coordenado pela Agencia Luck, que na
ilha tem como parceiro a moçada simpatica da
Atalaia Noronha, tivemos um panorama geral das principais
praias, piscinas naturais e belos mirantes do arquipélago.
Durante todo o trajeto conhecemos um pouco da fauna
e flora existente e fizemos várias paradas
para banho de mar e mergulho livre. Utilizamos veículos
4 x 4,embora boa parte do roteiro seja feito a pé,
através das caminhadas por trilhas e praias.
O passeio terminou com o pôr-do-sol ao som do
Bolero de Ravel.
Foi demais!!!
Agradecimento Especial: Gustavo Luck - Diretor da
Agencia Luck Viagens http://www.luckreceptivo.com.br/noronha/passeios.asp
Bons Ventos!!!
Ricardo Dubeux
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