Campeonato Mundial de Basquete em São Paulo.
Direto de Sao Paulo para o www.acaoeaventura.com

Oi Caro leitor,
Tudo bem?

Tem praticado alguma atividade fisica?

Bem, eu por exemplo acabei de correr aqui no Parque do Ibirapuera,maior área de lazer da cidade de São Paulo, com 1,6 milhão de metros quadrados, o Parque do Ibirapuera chega a receber cerca de 200 mil pessoas nos fins de semana. O parque, além de ser o refúgio de um grande número de paulistanos que buscam tranqüilidade e áreas verdes, também é palco de shows dos mais variados artistas. (Ruas pavimentadas cruzam toda a extensão do parque, que tem quatro lagos, pistas de cooper, quadras poliesportivas, campo de adestramento de cães, lanchonetes e áreas de recreação infantis. Também podem ser visitados no parque o viveiro de plantas (Viveiro Manequinho Lopes).

Ao seu redor, estão a Praça do Modelismo, o Monumento aos Heróis de 32, o Monumento às Bandeiras, o Monumento a Pedro Álvares Cabral e o Monumento Ayrton Senna.

O Ibirapuera é resultado de um dos primeiros grande projetos do paisagista Burle Marx e do arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, também responsável pela arquitetura de Brasília. Dentro do Ibirapuera, além de muito verde, estão instalados o edifício do Planetário e o Obelisco.

Como podemos contatar correr meus 10Km diarios aqui neste lugar é , não so fazer atividade física, mas é saborear o que a vida pode nos trazer de mais belo, dentro de uma cidade grande como Sao Paulo.Fiz este long em 1h e fui ao Hotel Formula 1, tomei uma relaxante ducha e fui almocar na rua Pamplona, em um self-service maravilhoso, que serve a gostosa culinaria mineira. Eita trem baum sô!!!

Após o rango, fui caminhando ate o Ginásio do Ibirapuera distante apenas 1.5 km do Restaurante, onde fui prestigiar a partida decisiva do Brasil no Campeonato Mundial de Basquete Feminino.Era ganhar ou ter que esquecer o sonho de CAMPEA MUNDIAL DE 2006.
Mas antes, gostaria de enfatizar que minha ligação com este esporte é muito grande, aliais desde da minha infancia, quando jogava pelo Colégio Marista de Recife, sob o comando do saudoso Técnico Serrano.Hoje em dia estou ainda mais apaixonado por esta modalidade esportiva,pois meu filho Henrique Dubeux, vem participando da equipe de Basquete do Olimpia Centro Poliesportivo, localizado em Boa Viagem (Com uma área de 2 mil metros quadrados e investimentos de R$ 500 mil, O Centro é composto por uma quadra poliesportiva, uma piscina e um campo de futebol society, oferece aulas de futebol, basquete, vôlei, natação, judô e hidroginástica. O mais importante é sua equipe de professores e técnico são reconhecidas a nivel internacioal e foi escolhida a dedo pela administradora do espaço, Marilda Andrade,que joga no time de veteranas do Náutico e teve uma bela passagem pela Seleção Brasileira entre 79 e 81, onde disputou um Pan-Americano e dois Sul-Americanos),onde tem tido uma boa performance e vem a cada dia tomando mais gosto pelo esporte.


 




 



 


 


 


 

 
   

Depois desta breve apresentação , vamos falar um pouco da tradição deste esporte no nosso Pais?
Pode ser que você não saiba, não esteja lembrado, mas o Brasil foi um dos primeiros países a conhecer o basketball, o Brasil também foi um dos primeiros países a conquistar títulos internacionais e, principalmente, a marcar presença em todos os principais eventos do mundo. Dono de uma rica história de conquistas, tanto com a seleção feminina quanto com a masculina, o Brasil, além de possuir safras de ídolos nesse esporte, também adquiriu know-how em sediar competições internacionais. De 1954 a 1997, foram realizados no país dois Mundiais Adultos Masculinos, três Mundiais Adultos Femininos e dois Mundiais de Base: um Juvenil Masculino e um Juvenil Feminino.

Com toda esta tradição ficou mais bonito assistir a partida, onde o Brasil não tomou conhecimento do Canadá e ganhou por 82 a 41 (47 a 24 no primeiro tempo) pela última rodada das oitavas-de-final do grupo “F” do 15º Campeonato Mundial Adulto Feminino de Basquete, no ginásio do Ibirapuera. As cestinhas da partida foram a brasileira Iziane e a canadense Sutton-Brown, com 17 e 14 pontos, respectivamente. Com a vitória, o Brasil terminou em terceiro lugar no grupo “E” e irá enfrentar nas quartas-de-final a República Tcheca, segunda colocada do grupo “F”. A partida está marcada para quarta-feira (15h15), com transmissão ao vivo da TV Globo, SPORTV e ESPN Brasil. O Canadá irá disputar do 9º ao 12º lugar.

— Estamos num processo evolutivo jogo a jogo, melhorando taticamente dia após dia. As jogadas estão saindo com mais naturalidade. Agora estamos chegando a uma fase crucial do Mundial, temos que manter esse ritmo. Não acho que estejamos marcando mal, pelo contrário, o time está cada vez mais consciente do que tem que fazer em quadra, tanto na defesa como no ataque. A República Tcheca é a atual campeã européia, é uma equipe forte e uma das candidatas ao título. Mas quem quer ganhar uma medalha não pode escolher adversário. (Antônio Carlos Barbosa, técnico do Brasil)

— O Brasil jogou com muita determinação o jogo inteiro. Acho que estão melhorando jogo a jogo e chegando ao pico no momento certo da competição. Fiquei impressionada com a velocidade brasileira na transição da bola da defesa para o ataque e também com a rapidez com que as jogadoras mudavam as decisões em quadra, no ataque, de acordo com a forma como meu time se colocava defensivamente. (Allison McNeill, técnica do Canadá)

— Entramos com muita vontade no jogo porque não queremos perder o ritmo da competição. Foi o que aconteceu, não demos chances em nenhum momento para o time canadense. Temos que continuar assim agora nas quartas-de-final porque não podemos mais perder nenhum jogo se
quisermos chegar à final. A República Tcheca é uma equipe perigosa, alta, que joga com inteligência e é a atual campeã européia. Mas cada momento é diferente, temos que estudar essas equipes e fazer o nosso jogo com confiança. (Helen, ala do Brasil)

— Foi uma excelente experiência para mim e também para as demais jogadoras de minha equipe jogar este Mundial. Aprendemos muito atuando com jogadoras mais experientes das outras equipes. Procurei incorporar um pouco do melhor que vi em cada jogo. Foi interessante também jogar contra o Brasil tanto pela qualidade do time como pela força da torcida, que traz uma energia incrível para a quadra. (Adrian Kelsey, ala do Canadá)

BRASIL (24 + 23 + 17 + 18 = 82)
Helen (10), Iziane (17), Janeth (10), Ega (6) e Alessandra (8). Depois: Adrianinha (9), Karen (2), Micaela (6), Silvia (0), Erika (4), Cintia (6) e Kelly (4).

CANADÁ (13 + 11 + 8 + 9 = 41)
Kleindienst (0), Smith (9), Johnson (2), Aubry (5) e Sutton-Brown
(14). Depois: Townsend (0), Kelsey (2), Grenier (3), Crooks (0),
Watson (2), Brown (4) e Brassard-Riebes (0).

COMENTÁRIO DO JOGO

O ataque teve muito volume de jogo. A defesa foi forte. E o Brasil venceu o Canadá com facilidade por 82 a 41 e garantiu a vaga para as quartas-de-final do Mundial 2006. Um arremesso de três pontos de Iziane foi a senha para o Brasil ultrapassar o Canadá logo a um minuto de jogo e ir aumentando a diferença. Com cinco minutos, a vantagem era de 15 a 4. Iziane e Helen acertaram arremessos de três pontos, Janeth fez seis pontos, Alessandra, com grande presença no garrafão, marcou sete pontos. O Brasil, que vencia por 19 a 13, fez dez pontos seguidos. Ganhou o primeiro quarto por 24 a 13. Treze pontos é uma contagem baixa. E foi o máximo que o Canadá conseguiu. Nos quartos seguintes anotou ainda menos (11, 8 e 9 pontos, respectivamente), mostrando sua impotência sobre o time brasileiro que com um ritmo forte em quadra, impôs seu jogo e não permitiu qualquer tentativa de reação. Os arremessos de três continuaram sendo uma arma do Brasil. No segundo período, Adrianinha e Iziane converteram. A boa notícia para o Brasil foi a presença de Cíntia, que saiu do banco para converter três cestas de dois pontos. Adrianinha começou o terceiro quarto convertendo mais uma cesta de três pontos. E o Brasil apertou ainda mais a marcação. O Canadá tentava e não conseguia jogar. Anotou apenas oito pontos. Os rebotes mostram um pouco da vantagem brasileira. O time conseguiu 37 contra apenas 22 das canadenses. Dos 37, 14 foram ofensivos, contra 16 rebotes defensivos do Canadá. Um equilíbrio que não se repetiu na cesta brasileira. Ali, o Brasil conseguiu 24 rebotes contra apenas seis do Canadá. O treinador Antonio Carlos Barbosa utilizou as 12 jogadoras. E 11 delas pontuaram. As cinco titulares marcaram 51 pontos e as jogadoras que vieram do banco contribuíram com mais 31 para a vitória. Um indicativo de uma equipe equilibrada que enfrentava um adversário bem mais fraco. E mesmo com as reservas, o período final do jogo terminou com vitória brasileira por 18 a 9. O Brasil foi melhor nos arremessos de três pontos, de dois e nos lances-livres. Dominou totalmente os rebotes. Teve 24 assistências contra 11. Um domínio muito grande que só poderia resultar em uma vitória por 41 pontos de diferença.

O 15º Campeonato Mundial Feminino de Basquete tem o patrocínio do Governo do Estado de São Paulo e o apoio da Nossa Caixa Nosso Banco.

Bem para finalizar, parabenizando a organização deste evento, e acrescento que, ao todo, o Brasil realizou sete Campeonatos Mundiais em cinco décadas. Esses eventos trouxeram experiência aos dirigentes nacionais, além de renovar e reforçar o amor do brasileiro pelo basquete. Tal fato pode ser comprovado pela presença maciça de público em todos os ginásios, nas várias cidades brasileiras que sediaram as competições.
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS: www.luckviagens.com.br e http://www.accorhotels.com.br/guiahoteis/formule1/hotel_main.asp?cd_hotel=187
Valeu meninas cestinhas....Valeu Grande e Vibrante torcida presente hoje no Ginasio do Ibirapuera!!!

BONS VENTOS!!!

Ricardo Dubeux
www.acaoeaventura.com

PS.: SE VOCÊ GOSTA DO BASQUETE COM EU E QUER INICIAR OU COLOCAR SEU FILHO PARA PRATICAR, Anota ai o endereço do Olimpia Centro Poliesportivo:http://www.olimpiaesportes.com.br

 

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