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CAMPEONATO
MUNDIAL DE KITESURF MOVIMENTA LITORAL PARAIBANO.
CAMPEONATO
MUNDIAL DE KITESURF MOVIMENTA LITORAL PARAIBANO
A
Paraíba se consolida cada vez mais como um importante
destino no mapa do turismo de eventos esportivos de
aventura. A mais recente conquista do Estado é
a realização da etapa final do Campeonato
Mundial de Kitesurf, o Superkite Brasil 2006, que acontece
na praia de Tambaú, em João Pessoa, entre
os dias 17 e 24 deste mês.
A
etapa acontece pelo quarto ano consecutivo no país,
sendo a primeira vez na Paraíba, e recebe os
melhores velejadores de kitesurf do planeta. Além
de trazer atletas, público e imprensa nacional
e internacional, a etapa também se destaca por
ser a última do campeonato mundial, trazendo
toda a emoção da decisão do título
para João Pessoa.
A
escolha da capital paraibana pela Professional Kite
Riders Association (PKRA), entidade que coordena o esporte
mundialmente, levou em conta, além do cenário
natural deslumbrante, a promessa de grandes emoções
na competição, pois nesta época
do ano, o litoral paraibano apresenta condições
perfeitas de ventos que possibilitam aos melhores atletas
do mundo a execução das mais radicais
manobras no mar e no ar.
A
competição do Superkite 2006 em João
Pessoa é uma prova de que o evento esportivo
é hoje em dia o que melhor se pode fazer para
o desenvolvimento do Turismo, fórmula já
consagrada na maioria dos países. Todas as etapas
ganham grande repercussão na mídia nacional
e internacional, divulgando extensamente o destino turístico.
O
SuperKite Brasil vem sendo considerado a etapa modelo,
amplamente elogiado pela mídia internacional
e pela PKRA, como a melhor organização
e raia de competição do circuito mundial,
que abrange importantes destinos turísticos internacionais
como Venezuela, Ilhas Canárias, República
Dominicana, Alemanha, Bélgica, Portugal, Canadá
e Espanha.
Para
se ter uma idéia, nas etapas anteriores (2003,
2004 e 2005) realizadas em Fortaleza (CE), a movimentação
do evento garantia uma média de US$ 60 mil por
dia injetados na economia local, ou cerca de US$ 480
mil ao longo da semana. A rede hoteleira também
trabalha com uma ocupação média
de 250 apartamentos - cerca de 650 visitantes por dia.
Em
2006 a expectativa de retorno é ainda maior,
já que nos três anos anteriores, a excelência
do evento garantiu uma participação maciça
de estrangeiros, atletas, turistas esportivos e ampla
cobertura da mídia nacional e internacional.
E
o trade turístico local é o grande beneficiado
por este evento, pois durante dez dias o litoral paraibano
vive em função do campeonato, sendo uma
boa oportunidade de faturamento para o comércio
local. Além das competições que
acontecem durante todo o dia, uma programação
social para confraternizar atletas e público
do evento movimenta bares e restaurantes da cidade.
Outra
característica importante do evento é
que muitos atletas, principalmente os estrangeiros,
costumam permanecer nas cidades onde acontecem as etapas
após a competição. Além
de estimular novos praticantes do kitesurf, este grupo
movimenta negócios nos setores hoteleiro, de
imóveis para alugar, aluguel de carros, serviços,
bares e restaurantes.
Sobre
o Kitesurf – O kitesurf nasceu na França,
na década de 60, mas há pouco tempo começou
a se popularizar. Hoje é o esporte radical náutico
que mais cresce no Brasil e no mundo. Quem entra no
esporte, se atrai pela sensação de poder
surfar e voar ao mesmo tempo, possibilitando manobras
impossíveis em outros esportes. Com isso, o kite
vem atraindo praticantes de esportes semelhantes como
surf, windsurf, wakeboard e vôo livre, que buscam
emoções simultâneas no céu
e no mar. A facilidade de transporte do equipamento
também é outro ponto que vem atraindo
novos adeptos.
No
Brasil, o incremento do esporte pode ser medido pelo
acréscimo em torno de 300% no número de
praticantes no último ano em todo o litoral brasileiro,
mas, sobretudo, pelo crescimento do número de
competições oficiais. Na Paraíba,
o esporte também vem crescendo. Além das
escolinhas em diversas regiões, em 2003 foi criada
a Associação de Kitesurf da Paraíba
(AKP), em conformidade com as normas da Federação
Brasileira de Vela e Motor (FBVM) e da Associação
Brasileira de Kitesurf (ABK).
O equipamento do kitesurf é composto por uma
pipa feita com o mesmo material dos pára-quedas,
sustentada por quatro linhas (de 20 a 40 metros) que
ficam conectadas na barra de controle, ligada ao cinto
no corpo do atleta. A barra permite ao praticante controlar
a direção do kite para realizar manobras.
A prancha é muito parecida com a de surf e têm
alças para fixar o pé e permitir as manobras.
O
Superkite Brasil 2006 terá competições
nas categorias masculino e feminino, nas modalidades
Freestyle e boarder cross. Quanto maior a habilidade
técnica e criatividade para as manobras mais
radicais, maior a pontuação do Freestyle.
Já o boarder cross é uma competição
inédita no Brasil, na qual é realizada
uma corrida com obstáculos de manobras obrigatórias
para os atletas, vencendo quem chegar na frente.
O
Campeonato Mundial de Kitesurf é realizado pela
empresa T’ai Produções e Eventos,
com a organização técnica internacional
da Professional Kite Riders Association (PKRA) e apoio
da Associação de Kitesurf da Paraíba
(AKP). Os patrocinadores são Governo do Estado,
Ministério do Turismo, Havaianas e apoio da TAM
Viagens, Prefeitura de João Pessoa e Toyota Carvalho
e Filhos.
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